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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Bahia: Toque de Acolher apreende adolescente acusado de trafico de drogas por incentivo da mãe

 

Agentes de Proteção á Infância e Juventude da Comarca de Santo Estevão aprenderam na madrugada de ontem (15), um menor infrator de 15 anos, acusado de tráfico de drogas, assalto a mão armada, furtos e várias outras infrações.

A aprensão do menor aconteceu após o juiz da Vara Crime e da Infância e Juventude da Comarca de Santo Estevão-BA expedir MANDADO DE BUSCA E APREENSÃO contra o adolescente.
A  busca e apreensão do menor foi realizada pelos Agentes de Proteção Astério Máximo e André Santiago durante a ronda do toque de acolher,  que funciona na cidade desde junho de 2009, que foi implantado pelo Juiz José Brandão.
 “Para conseguir pegar o menor, nós fomos em equipe mas não conseguimos, mas depois mesmo sem pegar o infrator, nós voltamos e decidimos passar a madrugada cercando a casa da mãe que era onde estava o menor”, contou André Santiago, acrescentando que, “pegamos o menor, pela manhã, na casa da mãe que acobertava tudo o que ele fazia”, relatou André.
Segundo Máximo, o menor já tinha várias ocorrências registradas na delegacia. “Ele já é acusado de roubar supermercados, casas de empresários, assaltos e de também traficar drogas”, contou, destacando que, “além do menor, a mãe dele também já é traficante e está até com o celular e dvd empenhado por causa da droga (crack)”, informou.
No Juizado da Infância e Juventude der Ipecaetá-BA,  menor revelou que, além dele,  sua mãe também vende crack. “Ela vende droga e já até penhorou alguns aparelhos de dentro de casa por causa do crack que ela vende. Para vender a droga, minha mãe vai buscar sempre em um bar que fica situado na cidade de Santo Estevão”, confessou o menor.
Questionado pela nossa reportagem a respeito de quem agia com ele nos roubos, o menor afirmou que mais três menores roubavam e vendiam drogas com ele. “Entrego todos porque não acho justo só eu ser punido, falo de minha mãe porque ela também vende drogas e não acho certo só eu pagar”, entregou.
De acordo com os agentes de proteção que prenderam o menor infrator, o mandado de prisão já estava assinado pelo juiz da Infância há mais de dois meses.

Clécia Rocha
Assessoria da Vara da Infância

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011


Que pergunta mais antiga, não? Mais desatualizada, mais alienada, mais de séculos passados, mais sem cabimento, mais inútil. Afinal de contas, criança tem de ser feliz, tem de aproveitar a vida, tem de extravasar energias, tem de descobrir o mundo. E muito da felicidade, da vida e do mundo ela só encontra à noite, fora de casa, pelas ruas, sabe-se lá com quem, onde, ao som de que música, ao sabor de qual estimulante…
Mas, felizmente, como todos sabem, vivemos num mundo seguro, moral, respeitoso, em que as crianças são apenas crianças, em que todos (a começar pelos pais), respeitam-nas, tratam-nas com toda a consideração que merecem, empenham-se ao máximo para resguardá-las de perigo (mas… que perigo? Não moramos em um mundo perfeito?); em que todas as pessoas que se relacionam com crianças são de absoluta confiança, de profundos valores morais, de inatacável comportamento. O lindo mundo em que vivemos é povoado de pais que conseguem proteger seus filhos 24 horas por dia, sete dias por semana e que nunca, jamais, em hipótese alguma, terceirizam sua responsabilidade; antes a desempenham com o máximo de suas forças. E, como lindo resultado disso, não temos nenhum problema de crianças e adolescentes embriagados, fumando, viciados em drogas, mortos em festinhas de adultos, desaparecidos, com casos de gravidez, por vezes resultado de estupro. “Oh, what wonderful world…”!
Espero que você já tenha acordado para a mais dura realidade: nossas crianças e adolescentes correm risco o tempo todo. E correm, de modo especial, por causa da negligência (ou limitações) dos pais, que os deixam a sós, que não lhes conseguem impor limites, que são menos hábeis que eles com informática e internet, que não se preocupam muito com quem andam, que têm medo de sua cara feia, de sua rebelião, que têm medo de serem antiquados como seus próprios pais foram, que se convencem (ou foram convencidos) de que, se forem muito firmes com os filhos, estes se tornarão adultos frustrados, sem autoestima, sem personalidade. E tantas outras bobagens e desculpas e falácias e balelas que parecem ignorar um fato mais do que evidente: crianças e adolescentes correm cada vez mais riscos e os pais sabem cada vez menos o que fazer – ou nem mesmo se importam muito com isso.
Não sou especialista em leis nem sociólogo ou assistente social. Sou pai de três filhos que vivo há tempo suficiente nesse mundo nada wonderful pra saber que alguma coisa precisa ser feita. No mínimo para manter crianças e adolescentes a salvo, protegidos, enquanto alguém vai acordando os pais e a sociedade em geral. Vi coisas horrorosas demais na internet e no mundo do lado de cá do monitor para ficar tranquilo com discursos vazios, com elucubrações acadêmicas, com conversa mole sobre esses seres mais frágeis. Tenho usado meu blog, De Tudo um Pouco, para alertar os visitantes sobre o perigo real e próximo dos predadores de crianças. Tenho procurado alertar conhecidos, amigos e quem estiver ao alcance da boca no trombone sobre a necessidade de fazermos tudo e todos o que estiver ao nosso alcance para resguardar crianças e adolescentes.
Vivemos num mundo real… e mau. Felizmente, encontramos nele gente que se importa com o filho dos outros, gente que faz até mesmo em lugar de outros. É o caso do dr. Evandro Pelarin, Juiz de Direito da 1.ª Vara Criminal e da Infância e da Juventude de Fernandópolis, SP. Ele criou o “Toque de Recolher ou Acolher”. Ou seja, ele disse o que todo mundo sempre soube, mas tem tido preguiça de fazer valer: há hora pra criança estar na rua e há hora em que ela deve estar protegida, no lar, em um abrigo. E a medida produziu um efeito maravilhoso: mais de 80% de diminuição na criminalidade! Quem não aplaudiria isso? Quem não se alegraria com o fato de alguma coisa estar sendo feita em prol das crianças e dos adolescentes?

Como não estamos num mundo perfeito e lindo, há gente, sim, reclamando do que o Evandro fez. Não sei se esses que reclamam já fizeram algo tão efetivo e eficiente por aqueles a quem dizem representar, não sei se alguma medida que tomaram produziu tamanho redução de crimes (o que significa diminuir o número de crianças tanto vítimas quanto criminosas). Sei que o que o dr. Evandro fez, com o apoio da população, tem dado resultado, tem resgatado nossa esperança de ter um mundo, quem sabe um pouquinho só, mais wonderful. Pelo menos em Fernandópolis. Tomara que essa ideia seja espalhada pelo Brasil. No que precisar, conte conosco, Evandro, para divulgar sua iniciativa.



Deus o abençoe e lhe dê força para perseverar.



Francisco Nunes


sábado, 8 de janeiro de 2011

Agentes de Proteção a Infância desarticula quadrilha de traficantes envolvendo menores

Foi desarticulada na noite de ontem (05), início dos festejos de Reis no município de Ipecaetá, David da Conceição Santos (19) acusado de está traficando cocaína no circuito da festa e que também estava acompanhado por dois adolescentes de 16 e o outro de 17 anos, onde foram conduzidos para o Juizado da Infância local e o maior ficou detido na delegacia.
De acordo informações do agente de proteção a infância, André Santiago, David e os menores já tinham registros de denúncias no Juizado de Ipecaetá e Santo Estevão. “Além do tráfico eles eram acusados de cometerem vários roubos na localidade do Campo do Queijo”, informou o agente, acrescentando que, “além do maior que estava com a droga, um dos menores também estava com cocaína nas mãos”, disse
Questionado pela nossa reportagem, David negou a participação no tráfico de drogas e disse que estava preocupado com a vó e a mãe que tinha problema de coração. “Eu nunca usei drogas, nem maconha, nada”, disse o acusado. Ainda indagado pela nossa reportagem, o acusado de tráfico não soube nem dizer o que tinha nas mãos.
Conforme informações de plantonistas da DEPOL de Ipecaetá, David já estava sendo procurado pela Delegacia devido as queixas que já tinham registradas contra ele.
A priso dos envolvidos com o tráfico aconteceu durante uma das rondas nos locais mais desertos da festa. Conforme Astério Máximo, coordenador do Juizado da Infância de Ipecaetá, os acusados foram pegos atrás de um ônibus, “Quando pegamos eles, encontramos já preparando trouchinhas” da droga para vender”, contou Máximo.
Ainda de acordo com Máximo, o município de Ipecaetá tem necessidades urgentes de um delegado titular, ele ainda acredita que a presença de um comandante para a Polícia Civil do município iria apresentar resultados positivos no que diz respeito a segurança da região.

Clécia Rocha
Jornalista em formação

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

 
A importância do Agente de Proteção da Criança e do Adolescente para a Sociedade


Vivemos um momento difícil em nossa sociedade, somos obrigados a todo instante a, acompanhar noticiais de recém-nascidos mortos, adolescentes esquartejados, crianças abusadas sexualmente, barbáries onde pais matam filhos e vise-versa, de toda violência contra nossas crianças e adolescentes e também praticadas por elas e o aumento incontrolável do consumo do CRAKC. E nesse conjunto insuportável de tragédias familiares, a sociedade pede socorro e clama por justiça e tenta se apegar a qualquer raio de luz que apareça no fim do túnel.
E diante de tantas situações impensáveis e insuportáveis para qualquer cidadão que se considera “normal”, o Comissário de Menor ou com a nova Lei de Organizações Judiciária determina Agente de Proteção ao Menor, surge como orientador e fiscalizador do cumprimento das normas de prevenção e proteção integral dos direitos dos nossos pequenos cidadãos. Não podemos de forma alguma esquecer que O Agente de Proteção, em sua grande maioria são pessoas dedicadas que exercem um trabalho da mais alta valia para nossa sociedade.  E ai ecoa a pergunta: o que seria de nossas crianças e adolescentes sem estas destemidas e intrépidas pessoas que por amor, fazem um trabalho honroso, muitas vezes desvalorizado por nossa sociedade e comunidade?                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       
O Agente de Proteção que também é um educador deve buscar divulgar no seu dia-a-dia, uma proposta de formação de uma consciência critica tanto nos mais jovens (crianças e adolescentes) como também junto aos mais velhos, dentro da família, da escola e das comunidades em geral, mostrando os direitos e deveres que cada uma destas entidades e o Poder Público têm no processo de formação da criança e do adolescente, como pessoas humanas em continuo processo de desenvolvimento social, cultural e intelectual e como sujeitos de direitos, visando à divulgação e orientação da sociedade em geral quanto à necessidade de se cumprir e fazer valer ás normas existentes no Estatuto da Criança e do Adolescente, que a muito parece esta esquecido.
O Juizado da Infância e da Juventude, órgão vinculado ao Poder Judiciário, tem como uma de suas principais atribuições divulgar e fazer cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Nº 8.069/90) nas mais diversas esferas sociais, especialmente nas escolas e colégios, centros comunitários, creches, entidades que atendem a criança e o adolescente, comunidades religiosas, dentre outras. Cumprindo e fazendo valer as determinações do Juiz e autoridades na execução de medidas de proteção dos seus direitos. E encerro com uma citação do grande Educador Paulo Freire que sempre teve como companheira a esperança de ver nascer uma sociedade, mas justa e igualitária:
 “há uma esperança, não importa que nem sempre audaz, nas esquinas das ruas, no corpo de cada uma e de cada um de nós” (p.ll).
                                         João Feitosa Plínio Junior
Agente de Proteção, Estudante de Pedagogia UNEB 8º sem. e Graduado em Filosofia FACE/FBB


Quero aproveitar o momento para agradecer a todos os parceiros e colaboradores do Juizado de Menores, que confiam e acreditam que so com a uniao das forças se pode alcançar os objetivos e acima de tudo cuidar dos direitos de nossas crianças e adolesecntes. O ano de 2010 foi um ano com realizaçoes mas tambem un ano de muitas lutas, mas o caminho feito de lutas nos faz ver que temos que estar fortes e sempre com o desejo de se fazer o melhor.Entao em nome de todos os AGENTES DE PROTEÇÃO AO MENOR da Comarca, quero agradecer as seguintes instituições:

A secretaria de Ação Social de Valença
A secretaria de Ação Social de Cairu
A direção do PETI de Valença
A Adailton PNEUS
A direção Farmácia do Povo
A direção do Restaurante MEGA CHIC
A direção da WILLYS AUTO-PEÇAS
Ao Comando da 33ª CIPM
A Coordenção da 5ª COORPIN
Ao Presidente do CMDCA em Valença-Ba 
E um forte abraço em cada AGENTE DE PROTEÇÃO AO MENOR que com muita dedicação exercem sua função de proteger as nossas crianças e adolescentes.
 E continuo dizendo que apesar de todas as dificuldades, muitas vezes da falta de reconhecimento seguiremos com a nossa missao até o dia em que Deus permitir. Muito obrigado!
De tudo ficaram três coisas...
A certeza de que estamos começando...
A certeza de que é preciso continuar...
A certeza de que podemos ser interrompidos
antes de terminar...
Façamos da interrupção um caminho novo...
Da queda, um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...
Da procura, um encontro!
Fernando Sabino

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

ASSASSINOU O FILHO DE TRÊS MESES NA VIRADA DO ANO

Amargosa- Gabriela Santos Santana, 22 anos, está presa na Delegacia de Amargosa a disposição da Justiça. Ela matou o próprio filho de apenas 3 meses na noite do dia 31 de dezembro. A mulher ainda não foi ouvida pelas autoridades o que deve acontecer nesta segunda-feira, onde vários fatos serão esclarecidos.