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terça-feira, 22 de março de 2011

CRIANÇA DE 13 ANOS MATA COLEGUINHA DE 12 E ENTERRA NO QUINTAL

Prado- Já foi apreendido o menor de 13 anos, que matou e enterrou o corpo de uma outra criança de 12 anos na cidade do Prado. O corpo do menino foi encontrado pela própria mãe do autor no quintal do imóvel de nº 66 da Rua Macapá no bairro São Brás em Prado. A vítima foi Igor dos Santos Gusmão, de 12 anos de idade, que estava enterrado pelado, numa cova feita na areia de restinga no referido quintal da residência apresentando um golpe na cabeça por trás, produzido por uma enxadada.
A mãe da vítima, Zilda dos Santos, 40 anos, disse que havia saído de casa no início da noite e teria deixado o filho na sua residência na companhia de outro irmão menor e quando voltou ele não estava em casa. Mas vizinhos teriam visto o menino brincando gude com outro colega que mora na casa onde o corpo do garoto foi achado enterrado. Já a dona da casa onde o corpo do menor foi encontrado no quintal, Edna da Silva Braúna, 38 anos, que trabalha como auxiliar de serviços gerais no Hospital Municipal de Prado, disse que chegou do trabalho e após um banho, saiu à noite para tomar cerveja na companhia do esposo e esteve ausente de casa entre 07h e 11h da noite, tendo deixado em casa apenas o seu filho menor de 13 anos e na manhã de domingo , desconfiou do comportamento do filho e passou a sentir muito cheiro de sangue, mas quando foi varrer o quintal, deparou com um corpo enterrado e entrou em desespero chamando os vizinhos e posteriormente a polícia.


Na companhia dos pais e dos agentes do Conselho Tutelar, o menor de 13 anos, confessou à delegada Rosângela Santos que realmente matou o colega com um golpe de enxada na cabeça e teria sido por causa de uma briga que tiveram envolvendo um aparelho de DVD que a vítima teria lhe devolvido com problema, após um empréstimo. E na discussão um xingou a mãe do outro e ele acabou apanhando uma enxada e desferiu um golpe com a ferramenta contra Igor dos Santos Gusmão, que numa virada de defesa, foi atingido na cabeça por trás.

O menor de 13 anos, contou que após perceber que o colega estava morto ele próprio escavou o buraco na areia do quintal da sua casa e enterrou o corpo, depois saiu apagando os vestígios para que sua mãe não descobrisse posteriormente. Perguntado o motivo da vítima ter sido enterrada pelada no buraco, o menor infrator descreveu que fora ele mesmo que tirou a roupa de Igor com o objetivo de lavá-la. Em Prado a delegada Rosângela Santos dá o caso como esclarecido, que se trata de um menor de 13 anos, que matou o vizinho de 12 anos, com um golpe de enxada na cabeça após uma briga de crianças.
 
VERMELHINHO
Valença perde Maria Cláudia, atriz, arte educadora e mobilizadora social, comete suicídio.
Em seu perfil no Orkut, a frase: Eu sou, amor da cabeça aos pés”. Uma notícia trágica pegou de surpresa profissionais da arte e jornalistas de Valença.
No final da tarde desta segunda feira 21, Morria Maria Claudia Rodrigues, 28 anos. Segundo informações da polícia, Maria Cláudia, teria se enforcado na sua residência no Guaibim.
A polícia vai apurar para verificar se de fato se trata de um suicídio, mas, informações  dão conta de que Maria Cláudia estava passando por um período de depressão e chegou a ser acompanhada pelo CAPS.
Maria Cláudia era muito bem relacionada na cidade e no estado, arteeducadora, mobilizadora e articuladora social, Presidente do Instituto Caipora - ICA, representante territorial da Fundação Cultural do Estado da Bahia, também trabalhou como repórter do Jornal Valença Agora e da Rádio Rio Una FM e na assessoria de imprensa da Associação de Transporte Marítimo (Astram).

Maria Cláudia Rodrigues nasceu em Feira de Santana e aos 20 dias de nascida foi adotada pelo casal Perolina Maria Rodrigues e Maximino Gonzales Vidal, vindo morar em Valença- Bahia.
Participou do Movimento Estudantil, sendo diretora da UMES Valença e filiou-se ao Partido dos Trabalhadores. Como atriz, participou do grupo OPECADO, atuando no espetáculo Teatro Nu e em diversas edições da Ocupação Cultural. Recentemente publicou uma série de poesias na coletânea NOVOS VALENCIANOS.
A Rádio Rio Una FM, em nome de toda equipe, se solidariza com a dor da família neste momento de tristeza.
Maria Cláudia deixa duas crianças menores, o corpo esta sendo Velado no Centro de Cultura de Valença, o sepultamento será hoje as 15h no cemitério local. Ciro Pimentel
Fica aqui registrado pela Coordenação do Juizado de Menores os sentimentos de tristeza e de perda. Sem dúvidas o meio cultural de valença perde um grande talento.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Estão presos na penitenciária de Paulo Afonso, a 430 km de Salvador, três homens acusados de abusar sexualmente de duas meninas, de dez e onze anos. Luís Antônio Ribeiro, de 57 anos, Luís Carlos Teixeira Lima, de 52, e Irineu da Conceição, de 44 anos, foram presos no povoado onde moram, na zona rural de Paulo Afonso.
Uma das meninas é filha de um dos acusados. A outra menina é enteada de outro acusado. As crianças contaram à polícia e ao Conselho Tutelar que eram abusadas desde o ano passado. Correio.
Síndrome de Alienação Parental e Direito de Família são temas de entrevista na imprensa PDF Imprimir E-mail
 
O juiz Pablo Stolze, titular da Comarca de Amélia Rodrigues, foi o entrevistado do Jornal da Manhã (TV BAHIA) de hoje, dia 18. A entrevista trouxe como tema a Síndrome da Alienação Parental - expressão utilizada para descrever a situação em que menores podem estar submetidos a um ambiente familiar hostil, devido à separação dos pais ou à desavenças temporárias.

A Lei de Alienação Parental é um dos destaques do livro segundo livro do Dr. Pablo Stolze que tem como título: Novo Curso do Direito Civil – Direito de Família – As Famílias em Perspectiva Constitucional. A obra foi escrita em parceria com o juiz Rodolfo Pamplona Filho, titular da 1ª Vara do Trabalho de Salvador. Os Magistrados farão o lançamento, do livro, no próximo dia 23, com uma palestra no auditório do Tribunal de Justiça, às 17h.

De acordo com o juiz e autor, a Lei dos Alimentos Gravídicos, a Lei da Guarda Compartilhada, o Novo Divórcio, da Emenda Constitucional nº66 e a Lei de Alienação Parental, temas abordados no livro, são pontos-chave da palestra.

“O Direito de Família é um dos temas mais importantes para a sociedade, pois tem conexão direta com o cotidiano das pessoas. A compreensão mínima destes assuntos, portanto, são fundamentais, até mesmo para evitar litígios judiciais”, destaca o juiz Pablo Stolze.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Programa Família Acolhedora chega a Vitória da Conquista PDF Imprimir E-mail


Com o objetivo de materializar as diretrizes estabelecidas pela nova Lei de Adoção (Lei n.º 12.010), em vigor desde novembro de 2009, o coordenador da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça, juiz-corregedor Cláudio Daltro, acompanhado da assistente social Sandra Lucena, promoveu na manhã desta sexta-feira, 11, no Fórum de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, uma audiência pública para apresentar o Programa Família Acolhedora.
O programa, segundo o magistrado, consiste em cadastrar e capacitar famílias da comunidade para receberem em suas casas, por um período determinado, crianças e adolescentes, dando-lhes acolhida, amparo, aceitação, amor e a possibilidade de convivência familiar e comunitária.
“A medida reforça as diretrizes da nova Lei de Adoção que prioriza a convivência familiar e estabelece que crianças e adolescentes não podem ficar mais de dois anos abrigados”, explica o juiz Cláudio Daltro, reforçando que a família de acolhimento assume a parceria no atendimento e na preparação para o retorno da criança e do adolescente à família biológica ou substituta.
Também participaram da reunião o juiz Juvino Henrique Brito, titular da Vara da Infância e Juventude da comarca de Vitória da Conquista, o promotor de Justiça, Marcos Coelho, e a secretária de Desenvolvimento Social do Município, Nádia Márcia.
Texto: Carolina Felippi / Fotos: Nei Pinto

quinta-feira, 10 de março de 2011

Plenário garante visita de avós a netos em caso de divórcio

                                                                                                                                                                                                                   O Plenário aprovou em votação simbólica  nesta quarta-feira o Projeto de Lei 4486/01, do Senado, que concede a qualquer dos avós o direito de visitar os netos, em caso de divórcio dos pais. A matéria ainda depende de sanção presidencial.


A 1ª vice-presidente Rose de Freitas conduziu a votação.
Esse direito será aplicado pelo juiz, que deverá analisar os interesses da criança ou do adolescente. Emendas da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), aprovadas pela Câmara, determinam que regra seja incluída no Código Civil e não na Lei do Divórcio, como proposto originalmente pelo Senado.
Direito das crianças
Para a deputada Erika Kokay (PT-DF), o projeto não só protege o direito dos avós de visitar seus netos, mas também assegura o direito das crianças. “Há necessidade de que elas sejam envoltas por uma afetividade da qual os avós fazem parte”, afirmou.
Segundo a coordenadora da bancada feminina, deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), “a família não se compõe apenas dos pais e irmãos, mas também dos avós”. Ela lembrou que, no dia 27 de fevereiro, comemora-se o Dia dos Avós, e o projeto visa exatamente a preservar o direito deles de participar da família.
Na condução dos trabalhos, a 1ª vice-presidente da Câmara, deputada Rose de Freitas (PMDB-ES), criticou o fato de que um projeto de lei demore dez anos para ir a voto no plenário. Na primeira vez em que o PL 4486/01 foi pautado, em 2010, os deputados aprovaram um requerimento para retirá-lo de pauta. Câmara Federal.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Imagem Ilustrativa
Criança entra no hospital saudável e sai morta doze horas depois.
Depois de chegar ao pronto socorro de Valença, andando e saudável, a garotinha, Raikelle Nunes dos Santos Cruz, de apenas dois anos, morreu misteriosamente às 23h, de domingo 06/03, depois de colocada no soro para hidratação, segundo os familiares a garota tinha apenas um leve gripe, e como o irmão dela estava muito doente a mãe resolveu levar a garotinha para que os médicos receitassem um xarope para gripe.
Kellinha, como era carinhosamente chamada pelos seus pais, era uma criança ativa, inteligente e muito apegada a mãe, que mal conseguia relatar o que ocorreu com sua filha de tanta dor pela perda da criança.
Segundo a mãe, Kellinha chorava sem parar desde o momento que foi colocada no soro até o momento da morte, dizendo estar sentindo dor no local onde o soro foi colocado, a agonia durou até quando não mas resistiu e morreu, sem que ninguém retirasse o medicamento, minha neta, sofreu... gritava de dor, minha neta chorou até o momento que entregou a alma ao senhor disse a avó da criança.
Ainda segundo a denúncia, os médicos se recusaram a informar que medicamento foi dado à criança e não deram atestado de óbito com a causa da morte, mandaram apenas que a família pegasse um lençol e enrolasse o corpo para levar para casa.
Fonte: RIO UNA FM